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Amamentação

5 dicas para garantir a Vitamina D na amamentação

Que a vitamina D é fundamental para uma boa saúde nos dentes e ossos todos sabem, e além disso são essenciais para uma mãe que amamenta com leite materno, e também para seu bebê.

Sabe-se que esta vitamina é absorvida através do contato direto do sol na pele humana, esta é a principal fonte. Quando o bebê nasce, ele tem uma certa reserva acumulada durante sua vida na barriga. Esse estoque pode durar vários meses, dependendo de quanto tempo a gestante passou ao sol, se ela se alimentou adequadamente.

Também a vitamina D está presente no leite materno. É verdade que está contida em quantidades insuficientes e não pode cobrir completamente a
necessidade do organismo dessa mãe durante a amamentação.

Mas em conjunto com a reserva acumulada, será suficiente para fornecer
essa vitamina para mãe e bebê. Além disso, uma criança quando levada para passear, embora periodicamente, mas é exposta à luz solar e passa à autossuficiência com vitamina D.

Assim, verifica-se que nos primeiros 2 a 3 meses de vida do bebê, não há necessidade de fornecer uma vitamina sintética.

1 – Deficiência de vitamina D

Quando a mãe raramente tomava sol, não recebia uma dieta equilibrada, e o bebê nasceu prematuramente, ele raramente foi exposto ao sol, talvez protegido sob o visor de um carrinho, isso também pode formar deficiência de vitamina D.

Isso geralmente leva ao desenvolvimento de raquitismo, pois a vitamina D afeta a absorção de cálcio e formação óssea. E também a criança se torna mais suscetível a doenças do trato respiratório superior e diarreia. 

Além disso, uma falta dessa vitamina pode ainda se manifestar na forma de aumento da irritabilidade, problemas de sono, transpiração excessiva, etc.

2 -Excesso de vitamina D

Se houver também um excesso de vitamina D, não é menos perigoso do que a sua falta. Como o excesso afeta o funcionamento do fígado e dos rins. Pode ocorrer uma intoxicação do organismo da criança, que se manifesta por uma diminuição do apetite, vômitos, fraqueza, falta de sono. 

Com a ingestão excessiva de vitamina D, ela pode se acumular, o que leva a ossificação prematura, fechamento da fontanela, dor nas articulações e pode haver alterações nos sistemas cardiovascular e urinário.

Como resolver o problema?

Então, o que fazer: para administrar corretamente a vitamina D? Para facilitar a resolução, apresentamos os fatos:

  1. É o suficiente para ficar exposto ao sol pelo menos meia hora por dia para cobrir a necessidade diária de vitamina D.
  2. No verão, sujeita a uma estadia suficiente na rua, a vitamina D não é necessária. 
  3. Deve-se lembrar de que precisa proteger o bebê sob o visor de um carrinho de criança ou ao usar protetor solar.
  4. No inverno, quando há pouca luz solar, vale a pena considerar seriamente tomar vitamina D.
  5. A dose preventiva por dia é de 200 a 400 UI. É melhor comprar vitamina D com uma opção de dosagem, digamos 100 ou 200 UI, para que você possa ajustar sua quantidade, dependendo das circunstâncias.
  6. Se você tiver dúvidas sobre o conteúdo suficiente de vitamina D no organismo da criança, fale com o médico pediatra.
  7. Se uma mãe que amamenta ingerir vitamina D em uma quantidade de 5000 a 6000 UI, ela aumenta significativamente no leite materno e, sujeito à amamentação completa, o bebê receberá uma dose diária.
Importância da Vitamina D para bebês

3 – Importância da Vitamina D para bebês

Mais perto do outono, os bebês começam consumem mais vitamina D é necessário repor, e a melhor forma é o aleitamento materno já que ele contém todas as vitaminas necessárias para o bebê? Vamos tentar descobrir isso.

De fato, o leite materno contém uma gama completa de vitaminas, incluindo vitamina D. Que, a propósito, não é exatamente uma vitamina, mas sim um hormônio que assimila o cálcio, mas, por hábito, foi descoberto como uma vitamina e continua sendo chamado. 

Mas a questão está na quantidade. O leite materno contém relativamente pouca vitamina D, não cobrindo completamente a necessidade do bebê, principalmente porque a principal maneira de obter vitamina D é produzi-lo na pele sob a influência da luz solar. 

Um bebê que nasce com um certo suprimento de vitamina D (uma reserva pré-natal), que deve ser suficiente para os primeiros meses de vida, junto com o leite materno, mesmo sem exposição à luz solar, uma forma segura e natural de repor. 

Mas esse suprimento difere em bebês diferentes, dependendo de quão bons os estoques de vitamina D eram para a mãe, se ela estava ao sol durante a gravidez, se teve uma alimentação correta. 

Se o bebê nascer prematuramente, seu depósito será muito menor do que no nascimento a tempo, porque o principal acúmulo de vitaminas e minerais para garantir as necessidades pós-parto é no último trimestre. 

No entanto, na norma, se tudo estiver em ordem, presume-se que o bebê gaste seu depósito nos primeiros meses e compense levemente essas despesas com o leite da mãe.

4 – Falta da vitamina D nas crianças

Como resultado, a falta ou deficiência de vitamina D em uma criança pode problemas de saúde. É importante obtê-la não apenas em termos da probabilidade de desenvolver raquitismo (porque a vitamina D afeta a absorção de cálcio e a formação óssea), mas também para aumentar a resistência do corpo a doenças diarreicas e respiratórias superiores maneiras. 

Em estudos realizados em crianças que não receberam vitamina D, por nove meses ficaram três vezes mais doentes do que crianças que receberam 400 UI de vitamina D diariamente. 

Por outro lado, muitos especialistas consideram uma overdose de vitamina D como um perigo mais sério do que uma pequena deficiência. Uma overdose de vitamina D tem um efeito muito ruim no fígado e nos rins do bebê e pode levar à ossificação prematura e nem sempre fisiológica. 

Com a alta sensibilidade de um bebê à vitamina D, a intoxicação por vitamina D pode se desenvolver após as primeiras duas semanas de uso: uma diminuição do apetite junto com a sede, episódios de vômito, aumento da irritabilidade, fraqueza e falta de sono. 

5 – Produção da vitamina D

– Não é apenas produzida na luz solar, mas também se acumula, criando reservas que podem ser consumidas por um longo tempo. Acredita-se que, para cobrir a necessidade diária de vitamina D do bebê, basta passar meia hora ao sol com o rosto protegido.

– Geralmente no verão, não é necessária uma ingestão adicional de vitamina D, a menos que a criança não tenha ficado exposto ao sol. Porém no inverno, precisamos considerar a reposição da vitamina D. 

– Sob luz difusa (se o sol estiver coberto de nuvens)! Mas sob a cúpula do carrinho ou sob a ação de protetor solar não. No inverno fica prejudicado a produção da vitamina D, por causa da poluição urbana e das latitudes temperadas.

– Se houver alguma dúvida sobre o fornecimento de vitamina D à criança, procure orientação do seu pediatra.

Conclusão

Quando uma mulher está amamentando são inúmeras as dúvidas sobre como vai ser esse período. Por isso, trazemos informações para que as mamães possam acompanhar a essa fase tão importante e gratificante.

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