O nascimento do primeiro filho é um acontecimento maravilhoso. Depois de 9 meses que a mãe ficou ansiosa esperando pela chegada do seu bebê finalmente chega a hora. Uma mistura de alegrias, tristeza, medos e novas dúvidas antes desconhecidas.

Poucas mães conseguem deixar de lado todas as preocupações e seguir apenas aproveitando a chegada do bebê. Mas, as dúvidas sempre chegam e incomodam.

Entre muitas dessas preocupações, talvez uma das principais seja sobre como fazer a amamentação da melhor maneira para seu mais novo amor, seu filho recém-nascido.

1 – Não dar o peito para o bebê

Algumas mulheres ao ter experiências mal sucedidas durante aleitamento materno de seus filhos, acabam aconselhando a mãe novata a não amamentar seu bebê no peito, colocando várias objeções. Isso, faz a mais nova mãe pensar em outras opções para alimentar o seu pequeno.

Tudo bem que a praticidade da alimentação opcional como o leite de fórmulas parece atrativo. Mas a OMS Organização Mundial de Saúde recomenda que durante os primeiros 6 meses de vida de uma criança, o aleitamento materno é essencial para ela, podendo ser até os 2 anos de idade.

2 – O colostro é muito pouco

Em uma mãe que acaba de ter seu recém-nascido, ocorrem mudanças particulares com a mama, o colostro é alocado em quantidades muito pequenas e, com qualquer ansiedade do bebê, há um desejo de correr para uma opção de alimentos suplementares…

Mas o colostro embora pareça ser muito pouco, é bastante o suficiente para a criança.

De fato, nos primeiros dias de vida não precisam de grandes quantidades de comida. Estando na barriga da mãe, o feto recebeu alimento através do cordão umbilical. Após o parto, espera-se que ele mude para uma maneira fundamentalmente diferente de comer.

Nos primeiros dias em que os sistemas digestivo e urinário estão apenas começando a funcionar, o estômago do bebê neste momento tem apenas 5 a 10 ml em volume, menos de uma colher de sopa!

Colostro e leite maduro

O colostro, ao contrário do leite maduro, é uma dieta muito concentrada, rica em proteínas e anticorpos protetores, que ajudam o bebê a lidar com possíveis fatores infecciosos em seu ambiente. Pequenas quantidades de colostro, é disso que uma criança precisa nos primeiros dois dias de sua vida.

E, curiosamente, quando o bebê está pronto para aumentar a quantidade de comida, é inesperado para a mãe! Ele começa a pedir seios com muita frequência, literalmente a cada 20 a 30 minutos. Se a mãe o aplicar no seio de acordo com cada requisito, depois de algumas horas, o seio reage ao aumento da taxa de alimentação com a aparência do leite.

Algumas mães, relembrando os detalhes dos primeiros dias, objetam: a criança ficou inquieta, chorou e, assim que dei a mistura, ela adormeceu imediatamente, o que significa que estava com muita fome!

Nem sempre o bebê está com fome

Mas o fato é que o bebê pede o peito de sua mãe não apenas pela fome, mas sempre quando algo o incomoda. A cabeça ou a barriga podem doer, ele pode responder às mudanças climáticas, os efeitos do estresse do nascimento podem se fazer sentir… são motivos para que ele procure o peito.

O seio da mãe é o lugar mais agradável e calmo do mundo para uma criança. Se a mãe não dá os seios, porque “ele já chupou meia hora atrás”, é claro, a criança vai chorar! E depois que a mãe o amamenta, ele adormece.

É claro que podem haver casos em que a suplementação com uma mistura é objetivamente necessária por razões médicas. Mas é sempre uma questão
de optar pelo que é melhor para o bebê. Se a criança está saudável em princípio, então, do ponto de vista da manutenção da saúde, é melhor manter o aleitamento materno sem dúvidas.

3 – O leite acabou

Um dos problemas que as mães enfrentam é o medo do leite do peito acabar. De fato, o leite não desaparece sem motivo. Mas, a produção de leite materno está relacionada a resposta à estimulação da mama. Quanto mais a mama é bem estimulada pelo bebê, o leite não deve acabar.

Se a mãe limita o tempo de alimentação, procura estabelecer intervalos claros, ou ainda tenta distrair a criança para não dar os seios nesse caso, a quantidade e a qualidade da estimulação diminuem a produção de leite.

E a necessidade de nutrição da criança aumenta acentuadamente e ele começa a pedir seios com muita frequência. A melhor coisa que a mãe pode deve fazer é estimular a criança a mamar no peito o máximo que puder.

Tensão e nervosismo afeta a mãe

Outro medo da mesma mãe é de que o leite desapareça “por ela estar nervosa”. Existe alguma verdade: quando a mãe está sob influência de estresse severo, o hormônio adrenalina bloqueia o trabalho do hormônio oxitocina, responsável pela liberação do leite pela mama.

Acontece que há leite no peito, mas a criança não pode sugar. Como a criança obviamente não recebe leite ou o recebe muito pouco. E a própria mãe deixa de sentir as ondas de leite no peito (que são reguladas pela ocitocina), diante disso, conclui-se que “o leite acabou”.

Nesses casos, você precisa tentar se concentrar no bebê, relaxar o máximo possível, talvez beber um sedativo suave e não se esqueça de colocar o bebê no peito com mais frequência e carregá-lo em suas mãos. Quando o estresse da mãe diminui, mantendo a amamentação, o movimento do leite também é ajustado.

6 maiores medos das mães que amamentam

4 – O leite parece fraco

O medo quando a mãe entende que o leite dela está fraco. Como regra, esse medo surge na mãe que expressou uma certa quantidade de leite e parecia muito fraco para ela. Pois a aparência do leite é “azul” ou “transparente”. A pergunta tradicionalmente segue: ”

O que eu preciso comer para aumentar o teor de gordura do leite?” De fato, nada de especial é necessário.

A nutrição materna afeta as gorduras constituintes do leite materno, mas não o conteúdo geral de gordura. Portanto, não se deve confiar nas coisas gordas, a conselho dos “simpatizantes”: isso terá um efeito ruim tanto na figura da mãe quanto na condição da mama, o leite se torna mais viscoso e mais propenso a formar estagnação.

Leite da frente e de trás no seio

E o mais importante, para um objetivo comum, é o leite que o bebê recebe durante uma mamada. Primeiro vem o chamado leite “frontal”, cujos principais componentes são lactose, vitaminas, proteínas e cerca de 90% de água. Com o leite “frontal” da frente, o bebê sacia a sede, devido à grande quantidade de água que parece azulada.

Além da alimentação, o leite se torna cada vez mais gordo, portanto,
quando a criança mama última porção de leite que o bebê recebe, o chamado leite “de trás”, a proporção de gordura pode ser várias vezes maior do que o leite da “frente”!

Com o leite “de trás”, a criança é saturada de maneira muito eficaz. Não há transição repentina da “frente” para o “leite traseiro”, a quantidade de gordura aumenta gradualmente desde o início da alimentação até o fim.

Deve fazer o bombeamento

Portanto, se a mãe bombear (retirar) a primeira porção de leite, sim, provavelmente ela verá um líquido azulado claro. Mas se a mesma mãe suplementar as últimas gotículas deixadas após alimentar o bebê, já será uma gota de cor branca espessa, às vezes até amarelada.

No entanto a pergunta é: existem maneiras de aumentar o conteúdo geral de gordura do leite?! Sim, existe, quanto mais o bebê é mamar, mais leite gordo ele recebe.

E se a mãe tenta “economizar leite”, limitando o bebê no número de mamadas, para que o bebê fique ainda menos, mas uma grande parte o resultado é exatamente o oposto: o bebê recebe uma grande quantidade de leite “frontal” e nem sempre tem força suficiente.

5 – Leite com infecção

Mães que pegam uma infecção durante a amamentação, geralmente estão preocupadas com isso. Uma mãe quando está em tratamento é aconselhada a desmamar por um tempo a criança do seio, durante o tratamento “para não infectar o bebê”.

No entanto, de fato, quase sempre o desmame durante o período de infecção não só não é necessário, mas também representa um perigo para a saúde do bebê!

Assim que a mãe é exposta ao agente causador da doença, seu corpo começa a produzir anticorpos de defesa, que entram no leite e começam a ser transmitidos ao bebê. Acontece que a criança, nem mesmo tendo tempo de encontrar o patógeno, já recebe proteção dele!

E quando os sinais da doença na mãe se tornam aparentes, geralmente passa um dia ou dois a partir do momento da infecção, e todo esse tempo o patógeno já está presente no corpo da mãe e começa a afetar o bebê.

Portanto, se a mãe no pico da doença decide parar de se alimentar, a criança simplesmente fica “cara a cara” com o patógeno, sem o apoio imunológico do leite da mãe…

Portanto, para a maioria das doenças (considerando, é claro, o resfriado comum), recomenda-se que a mãe continue se alimentando para reduzir as chances criança fica doente.

6 – O leite contém substâncias nocivas

Alguns medicamentos que a mãe doente recebe podem ser nocivos.
No que diz respeito às drogas, nem todas elas passam para o leite materno. Mas as drogas medicamentosas que chegam ao organismo da mãe, podem ter quantidades e duração de ação diferentes.

Existem medicamentos que são excretados muito rapidamente e só podem ter algum efeito se a criança pedir um peito dentro de por exemplo meia hora após a mãe tomar o medicamento.

Alguns medicamentos que são contraindicados na amamentação, possuem essas informações, vide bula.

Finalmente, em qualquer caso, ao prescrever medicamentos incompatíveis com a amamentação, deve-se tentar descobrir exatamente se este medicamento possui análogos compatíveis com a amamentação.

Tais análogos estão frequentemente disponíveis, mas muitos médicos simplesmente não levam isso em consideração ao prescrever o tratamento.

Desmame temporário

Alguns profissionais de saúde recomendam a interrupção temporária da amamentação no bebê. Ao prescreverem antibióticos para a mãe durante o tratamento. Porque a flora intestinal da criança pode ser afetada.

No entanto, a transição para a mistura sozinha não terá o melhor efeito na flora do bebê, adicionaremos a isso o risco de mais rejeição da mama…

Além disso, alguns antibióticos são compatíveis com a amamentação por exemplo, grandes grupos de penicilinas, cefalosporinas e macrólidos.

Portanto, se uma mãe mesmo em tratamento médico opta por continuar amamentando o seu bebê, é necessário pedir uma segunda opinião médica e, se possível, com consultores naturais de alimentação.

Conclusão

Quando uma mulher está amamentando são inúmeras as dúvidas sobre como vai ser esse período. Por isso, trazemos informações para que as mamães possam acompanhar a essa fase tão importante e gratificante.

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