Bebê não querendo comer
Recém nascido

Causas mais comuns da regurgitação dos bebês

Hoje o assunto é exclusivo para aquelas mamães que ficam preocupadas quando seu bebê após mamar regurgita. Nada mais é que (colocar o leite para fora gorfando/expelindo).

Regurgitação é apenas um processo fisiológico, não um problema de saúde. No entanto, vamos destacar abaixo as razões em quais os pais devem se preocupar, confira!

Causas mais comuns da regurgitação dos bebês

A razão disso acontecer está na imaturidade do sistema nervoso e na fraqueza do esfíncter entre o esôfago e o estômago do bebê. Portanto, muitas vezes o bebê cospe e isso pode ser por causa da postura em que ele se encontra, ou ainda quando o gira verticalmente.

Posição correta para evitar a regurgitação

Um bebê regurgita devido a fixação incorreta durante a sucção e se aspirar ar durante a amamentação. Então, mamães de primeira viagem, fiquem tranquilas, com as reações do corpo do bebê, em particular a regurgitação.

Um esfíncter está localizado entre o estômago e o esôfago de uma pessoa. No entanto, nos bebês até um ano de idade, é subdesenvolvido e não é capaz de reter alimentos no estômago. 

Qualquer movimento descuidado leva ao fato de que o conteúdo do estômago sai pelo esôfago, ou seja, a criança cospe ou regurgita. 

Para evitar isso, os pediatras recomendam deixar a criança na posição “em pé no colo” por meia hora depois de mamar. Mesmo nessa posição, a regurgitação é possível, uma vez que a pressão no peito e no estômago da criança não pode ser completamente excluída. 

Isso não deve ser preocupante, contudo, em alguns casos a insuficiência indica a presença de doenças graves, e se isso continuar, é recomendado levar ao pediatra.

Quando é considerado normal

Se a criança cospe apenas uma pequena parte da comida, está ativa e se sente bem, não há motivo para preocupação. Agora se apresentar um aumento na temperatura, mau humor, letargia, regurgitação, nessa caso requer atenção.

Para bebês de até seis meses de idade, a norma é regurgitação em pequenas porções de alimentos de 6 a 8 vezes ao dia. Este leite, coalhado sob a influência de uma enzima especial, que está contida no suco gástrico, e preparado para posterior digestão.

Em todo caso, a regurgitação deve alertar os pais e fazê-los monitorar de perto a condição do bebê. 

Causas de regurgitação

Os recém-nascidos não percebem a quantidade de comida que precisam e geralmente comem demais. Os pais por inexperiência, interpretam mal o bebê chorando e começam a alimentá-lo sob demanda. Muitas vezes esse bebê não está com fome, mas simplesmente exige a atenção da mãe. 

Pode acontecer ainda, de quando o amamentar, ocorra captura incorretamente do mamilo e ele engula ar com leite. Uma formação excessiva de gases ou comida que se move para o intestino.

Problemas graves de regurgitação frequente incluem defeitos congênitos do trato gastrointestinal e sistema nervoso central, obstrução intestinal.

Outras causas possíveis:

  • Superalimentação. Ele já foi alimentado o suficiente.
  • Aerofagia, quando os bebês aspiram ar demais ao se alimentar. Aplicação inadequada ao peito ou técnica de alimentação da mamadeira.
  • Atividade excessiva após a alimentação. Depois da amamentação, lembre-se não aperte ou vire o bebê, coloque-o no carrinho. 
  • Subdesenvolvimento do esfíncter esofágico. Esta é uma válvula especial que controla o fluxo de alimentos do estômago para o esôfago. Em crianças essa formação ocorre apenas após um ano 1 de idade.

Você não precisa se preocupar com regurgitação no recém-nascido após a amamentação, se isso acontecer no prazo de 1 hora após o bebê ter se alimentado. O volume natural é de 1 a 2 colheres de sopa. 

Diagnóstico de problemas

A maioria das causas de regurgitação é facilmente tratada Porém, a situação pode ser mais grave. Algumas crianças sofrem de intolerância à lactose, causada pela genética. 

Quanto mais cedo isso for identificado e tratado, melhor a criança se desenvolverá. Pode-se suspeitar de intolerância à lactose se o bebê cuspir leite materno e, ao se alimentar com outras misturas, isso não acontecer.

O diagnóstico oportuno da intolerância genética à lactose, e tratado logo, pode evitar uma série de problemas com a saúde da criança.

Contudo havendo preocupação por causa dos arrotos frequentes do bebê, vale a pena consultar um médico pediatra. Atualmente, o nível moderno de diagnóstico laboratorial permite determinar com precisão e rapidez a causa do problema e, então fazer o tratamento adequado.

Quais volumes são seguros?

A regurgitação na quantidade de uma colher de sopa pode ser pelo menos após cada alimentação. Uma vez por dia, com um volume de 3 colheres de sopa (essa regurgitação pode ser chamada de “fonte”).

Como evitar a regurgitação

Como evitar a regurgitação?

  • Primeiro, você precisa pegar o bebê do jeito certo para amamentar. 
  • Em segundo lugar, você não deve manter a “coluna” do bebê após a mamada e esperar até que ele libere ar (arroto). 

Se o bebê adormecer durante a sucção, deixe-o dormir em paz com a cabecinha virada de lado. No entanto, se você estiver alimentando um bebê com uma mamadeira, então, a posição vertical, após a alimentação, faz sentido. 

  • Em terceiro lugar, não se apresse para colocar o bebê deitado antes de mamar, esta posição é desconfortável. É melhor esperar até que ele aprenda a se virar sozinho. Medidas simples baseadas em mudanças de estilo amamentação permitem ajudar a criança.
  • Alimentação frequente do bebê
    Sabe-se que ele é mais propenso a regurgitação se o estômago estiver cheio. Para melhorar a situação, recomenda-se alimentar o bebê com mais frequência, evitando supersaturação e sob demanda.
  • A técnica de alimentação correta:
    Toda mãe que amamenta deve evitar que o bebê engula muito ar durante a sucção. Não deve haver sons altos estalados. Você também precisa controlar se o bebê captura o mamilo junto com a aréola.
  • A seleção correta de mamadeiras e mamilos
    Se o recém-nascido for amamentado com mamadeira, é importante escolher uma com o bico certo. O buraco deve ser tal que o leite flua em gotas, e não em um fluxo, para evitar que esse bebê engula ar durante a amamentação
  • A posição vertical do bebê depois de comer
    Para permitir a entrada de ar no trato digestivo durante as refeições, é importante manter o recém-nascido na posição vertical por 10 a 20 minutos após a alimentação.
  • Garanta a posição correta do bebê durante o sono
    Para reduzir o impacto negativo do conteúdo ácido do estômago no esôfago, você precisa colocar o bebê para dormir em deitado de costas com a cabeça e os ombros ligeiramente elevados. 
  • A posição lateral ou no estômago, atualmente não é recomendada. Verificou-se que está associado a um risco aumentado de síndrome da morte súbita infantil.

Quando consultar um médico?

Se o bebê costuma “regurgitar”, ele ganha pouco peso. Portanto, somente se preocupe se os sintomas da regurgitação ocorrer com muita frequência ou tiver um aumento, é importante consultar um pediatra sem demora. 

  • Regurgitação pode indicar problemas neurológicos ou espasmos do trato digestivo.
  • Regurgitação tardia. Se o bebê cuspir mais de uma hora após a mamada, isso pode ser um sintoma de um “estômago preguiçoso”. Nesse caso, o bebê também costuma ter uma constipação.
  • Cuspir com frequência na criança, se ocorrer independentemente da alimentação.
  • Ansiedade e choro durante a regurgitação. Muito provavelmente, o bebê sente cólicas, e o médico vai prescrever um medicamento para isso.
  • Regurgitar depois de mamar, pode ser por ansiedade e isso implica na falta de ganho de peso. Pode ser um sinal de estenose pilórica (um defeito anatômico no qual o tubo digestivo se estreita bastante e o alimento não entra no intestino).

Esteja atento ao seu bebê. Não entre em pânico em vão, mas em qualquer situação mais preocupante, procure um pediatra.

Como distinguir vômito normal de regurgitação?

Às vezes, a regurgitação é considerada uma manifestação de violação no trato digestivo da criança. Devido ao constante refluxo do conteúdo ácido do estômago para as seções superiores, podem ocorrer inflamação e outras complicações.

Tais como, crescimento atrofiado, diminuição dos níveis de hemoglobina e outros. Portanto, é importante que os pais entendam onde está a linha entre regurgitação fisiológica e patológica.

Acompanhe monitorando

Monitore, prestar atenção em quantas vezes a criança vai regurgitar por dia. Normalmente, ocorre após a refeição e não dura mais de 20 segundos e é repetida não mais que 20 a 30 vezes por dia. 

Mas, com alguma patologia isso se manifesta a qualquer hora do dia, se ele foi ou não alimentado. Isso pode acontecer até 50 vezes por dia, às vezes, mais. 

bebê levado ao pediatra por regurgitar

Que quantidade de regurgitação é considerado normal?

A quantidade que o bebê regurgita também é importante. Com regurgitação fisiológica normal, é de cerca de 5 a 30 ml. Se esse volume flutua entre 50 e 100 ml, já está definido como vômito abundante. 

Caso isso aconteça, recomenda-se a consulta com um médico especialista.

Atenção, fique alerta se o bebê vomitar

Médicos advertem que quando há excesso de vômito, isso pode levar a criança a um quadro de desidratação e um comprometimento do equilíbrio
ácido-base e outras consequências mais preocupantes. Sem dúvidas nesse caso, deve ser procurar ajuda urgente de um profissional da saúde.

Conclusão

Resumidamente, a regurgitação nada mais é que a passagem de conteúdo do estômago para a boca do bebê de forma involuntária, sem esforço e sem ejeção do alimento.

No entanto, o vômito é uma resposta voluntária e coordenada da criança que provoca a saída do alimento forçadamente. E nesse caso, recomenda-se levar o bebê ao pediatra.

Um mãe sempre está atenta aos movimentos e alterações em um bebê. Principalmente com relação a forma de alimentação correta, e ela está
corretíssima, percebendo algo diferente e preocupante, não exite, busque orientação de um pediatra.

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